sexta-feira, 15 de julho de 2011

um garoto do colégio !


- tudo começou no primeiro dia de aula (em fevereiro), ele passou, e meus olhos o acompanhou, eu nao conseguia parar de olhar pra ele. mais vi que era caso perdido, desencanei. com o decorrer dos meses, agnt foi se aproximando e nos tornamos amigos, mas em abril eu descobri que tava gostando dele, no começo eu conseguia esconder, mas foi dificil e ja ta quase impossilvel. não sei explicar, só sei que apenas sinto. sinto tanto que preciso contar, mas na hora H; trava tudo e nao sai nada, nem uma palavra. não sei o porque de nao sair nada de mim quando tento falar, acho que é insegurança, não, é medo. medo da reação dele, da atitude dele, do que ele possa vim a fazer, medo que ele possa se afastar de mim, medo de perder a amizade dele. porque eu prefiro gostar dele em segredo e ter ele por perto, do que falar e perder ele pra sempre. porque tudo tem que ser dificil ? queria poder encontrar um meio de contar tudo pra ele ;\ pois minha maior vontade, é abraçar ele ; dizer que amo ele ; e beijar ele. mais as coisas não funcionam desse jeito. eu queria ter a coragem que muitos e ele tem, eu queria poder arriscar tudo, só por ele. brigar com o mundo pra ficar com ele [...] eu só queria ter você do meu lado, porque só eu sei o quanto que te amo. ç2
“…sabe que o meu gostar por você chegou a ser amor pois se eu me  comovia vendo você pois se eu acordava no meio da noite só pra ver você  dormindo meu Deus como você me doía .De vez em quando eu vou ficar  esperando você numa tarde cinzenta de inverno bem no meio duma praça  ,então os meus braços não vão ser suficientes pra abraçar você e a minha  voz vai querer dizer tanta mas tanta coisa que eu vou ficar calada um  tempo enorme só olhando você sem dizer nada, só olhando e pensando meu  Deus como você me dói de vez em quando…”

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
[...] sabe que o meu gostar por você chegou a ser amor pois , tudo em você me chama atenção, seus olhos, seus sorriso, seu jeito de falar de andar; quando acordo no meio da madrugada, a unica coisa que me vem na cabeça é você .de vez em quando eu vou ficar esperando você numa tarde de inverno bem no meio duma praça, então os meus braços não vão ser suficientes pra abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme só olhando você, sem dizer nada, só olhando e pensando nos meus sentimentos; - como é dificil te amar, e não poder fazer nada !

sexta-feira, 18 de março de 2011


- um dia agente aprende a dar valor ao que perdemos, aprende que não se pode ter tudo na vida, que coisas boas vem e vão. que não somos donos do mundo pra querer tudo para si. um dia agente encontra alguém que nos faz feliz, damos o mundo para ela, e depois ela some. nos deixa. sofremos, choramos. mas faz parte. talves um dia agente aprenda a ver a vida com outros olhos, porque importante é viver bem.

quinta-feira, 17 de março de 2011

conversa entre duas crianças, K'

— E aí, véio?

— Beleza, cara?

— Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.

— Quer conversar sobre isso?

— É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?

— Como assim?

— Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?

— Nunca.

— Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?

— Como assim, véio?
— Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!

— Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.

— Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.

— Tipo o quê?

— Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada. Maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!

— Caramba! Mas por que ela fez isso?

— Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.

— Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.

— E sabe a Francisca ali da esquina?

— A Dona Chica? Sei sim.

— Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.

— Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.

— Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe mesmo... Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.

— Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.

— Mas é ruim saber que o casamento deles não está dando certo... Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele passar desfilando e tal.

— Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
— É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo, ela disse que a vizinha cria perereca na gaiola... já viu... essa rua só tem doido...

— Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?

— É mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.
gioovanatavares:

O amor é assim, mesmo sabendo que ele vai te machucar você vai e o abraça com todas as suas forças.
- o amor é assim, mesmo sabendo que vai te machucar, você o abraça com todas as suas forças .

amor é tipo elástico: o primeiro que soltar, machuca o outro.
- amor é que nem elástico; o primeiro que soltar, machuca o outro !

- essa mania chata, que as pessoas têm de achar que é preciso um motivo pra gostar de alguém. quando a verdade é que certas coisas não precisam de um "porque", a gente simplesmente sente.